Como tem sido a atuação, para atividades em parceria e desafios, junto aos centros de transplante e hemocentros?

O cenário de isolamento social representa um grande desafio para a manutenção das atividades, já que o processo de doação envolve, invariavelmente, a circulação de doadores por ambientes como hemocentros e hospitais. Assim, estamos atuando em parceria com hemocentros e centros de transplante na atualização dos processos de coleta de amostras, consultas em centros de transplante e coleta, além da doação de células-tronco hematopoéticas, no sentido de garantir a segurança de doadores e pacientes. Estes processos seguem as recomendações de organizações internacionais, como a World Marrow Donor Association (WMDA) – Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea, e de autoridades sanitárias, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o Ministério da Saúde. Durante os primeiros meses desta pandemia, foram realizados 27 transplantes, em março, e 11, em abril. Com isso, podemos observar uma redução de 37% no primeiro quadrimestre de 2020, com 103 transplantes, quando comparados aos 141 procedimentos realizados em 2019. Apesar dos esforços da nossa equipe, entendemos que esta redução era esperada, considerando o impacto da pandemia nas atividades das equipes médicas e centros de transplante.


Category: Atuação do REDOME durante pandemia

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