Um cadastro que virou realidade
Henrique foi chamado para fazer a doação um ano após fazer o cadastro
“Fiz o cadastro no REDOME em 2015 e em 2023, me ligaram dizendo que havia um receptor 100% compatível comigo. Aceitei de imediato, mas sem expectativa de dar certo. Fiz todos os exames no Hemocentro e me informaram que se o REDOME não entrasse em contato comigo em três meses, eu poderia descartar a possibilidade de doação neste processo. Dois dias após o prazo de 90 dias, o Hemocentro me enviou uma mensagem via whatsapp para informar que eu e o paciente éramos 100% compatíveis e perguntou se eu seguiria mesmo no processo. Desde essa ligação, não perdi mais o contato com o REDOME, pois sempre estavam conversando comigo, me orientando e passando informações.
Depois dos exames, começaram os processos sobre compra de passagens e hospedagem. O REDOME tem um cuidado muito grande com o doador e tudo é realizado com muito profissionalismo, o que me deixou mais tranquilo. No processo, eu conversei com o médico sobre as formas de coleta de medula e se eu poderia conhecer meu receptor.
Acredito que Deus tem muitos propósitos e missões aqui na Terra para nós, e sei que ser doador para este amado receptor, que eu não conheço, mas que já faz parte da minha vida, foi incrível, emocionante e gratificante. É muito bom saber que pude salvar a vida de alguém e de uma família toda. Por isso, encorajo outras pessoas a se cadastrarem como doadoras de medula óssea. No mundo inteiro, existem milhões de pessoas aguardando alguém compatível para continuar a viver”.
Henrique de Sousa Rodrigues – Doador do REDOME desde 2015 (MG)